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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Apicultores discutem Plano de apicultura do TIPNI

A reunião em Jaguarari contou com a presença de Marivanda Eloy - SEAGRI

A Câmara Territorial de Agropecuária se reuniu nessa terça (06/SET) em Jaguarari para fazer uma discussão a cerca do Plano Territorial de Apicultura. O evento realizado na sede do Centro de Cultura da Igreja Católica reuniu cerca de vinte pessoas.

A representante da SEAGRI - Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado da Bahia, Marivanda Eloy apresentou as metas do Plano Estadual da Apicultura e fez sugestões para a aplicação do plano territorial. Segundo ela um dos objetivos do estado é “a inclusão de jovens e mulheres no trabalho apícola”.


Marivanda reforçou a necessidade de haver uma organização entre os produtores do TIPNI para que haja o fortalecimento da cadeia produtiva, o que deverá contribuir para um dos objetivos da SEAGRI, que é tornar a Bahia o maior produtor de artigos apícolas. Ela citou o exemplo da Cecoapi - Central de Cooperativas de Apicultores da Bahia, que comercializa anualmente cerca de 500 mil quilos.


CECOAPI – a central foi fundada há 10 anos, atua nos Territórios Nordeste II e Sisal, tem atuação em 23 municípios. A entidade funciona como agente articulador da produção das cooperativas, que juntas têm cerca de 600 apicultores. A Cecoapi gerencia um entreposto de mel, além de 32 motos e 02 carros.

A central deverá receber a visita técnica dos apicultores do TIPNI nos dias 13 e 14/OUT.


Menos burocracia – a representante da SEAGRI apresentou novidades no que diz respeito à documentação que deve ser apresentada para o funcionamento das UBMs – Unidades de Beneficiamento do Mel. Marivanda revela que a ADAB está “abrindo mão do comprovante de inscrição no CRMV” – Conselho Regional de Medicina Veterinária. Na prática isso significa que as casas de mel nos municípios não precisam mais contratar um médico veterinário, que hoje aumenta o custo de manutenção e torna inviável a mantimento de vários empreendimentos. Porém Marivanda alerta que no caso dos entrepostos a medida não se aplica.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

TIPNI faz defesa de uso do CVTT

Prefeito de Senhor do Bonfim e Secretário de Desenvolvimento Social participaram da negociação


Acompanhado do secretário estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes) Carlos Brasileiro e do secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) Paulo Câmera o prefeito Paulo Machado teve audiência especial com a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJB) a desembargadora Telma Britto para reverter a ordem recebida para devolver a casa onde atualmente funciona o Centro Vocacional Tecnológico Territorial (CVTT).


Na oportunidade foi argumentado o alto investimento realizado tanto pelo estado quanto pelo município, como também o fato de estarem abrigados no CVTT diversos projetos socioeconômicos do Território Piemonte Norte do Itapicuru (TPNI).


Para solucionar o impasse, o município comprometeu-se a alugar uma nova casa para servir de residência aos juízes, sendo o aluguel assumido pela Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim, mantendo, portanto o CVTT no local atual.


Com informações extraídas de texto da ASCOM da Prefeitura de Senhor do Bonfim

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Municípios divulgam data de conferências de cultura

Carla Lidiane, Articuladora Territorial de Cultura divulgou nessa semana o calendário de conferências municipais de cultura do TIPNI. Veja a lista:


12/08 - Campo Formoso

18/08 - Jaguarari

24/08 - Andorinha

28/08 - Caldeirão Grande

30/08 - Ponto Novo

02/09 - Pindobaçu

06/09 - Filadelfia

13/09 - Antonio Gonçalves

15/09 - Sr. do Bonfim

CETEP pauta a consolidação do ensino técnico no TIPNI

Estiveram presentes representações da SC, PP e iniciativa privada


O Centro Territorial de Educação Profissional realizou nesta segunda (1º) um encontro para discutir as dificuldades dos cursos que hoje estão instalados na escola e a possibilidade de expansão para outros municípios.


O evento deveria contar com participação dos nove municípios do Território, porém só Jaguarari, Campo Formoso, Pindobaçu e Andorinha tiveram representação. Com isso a metodologia pensada para o evento teve de ser modificada.


A ideia inicial da direção do CETEP era fazer oficinas para avaliar a possibilidade de implantação de cursos nos municípios, sendo observadas as vocações de cada integrante desse território. A professora Solange Lígia – Diretora do CETEP – lamentou a ausência de representações de alguns municípios. Para ela é preciso consolidar os cursos já implantados e buscar novos cursos.


Principais problemas – Segundo a equipe o problema que mais afeta o Centro é a falta de professores em determinadas áreas técnicas. O curso de mineração, por exemplo, tem tido uma dificuldade enorme de conseguir professores (engenheiros/geólogos). Para solucionar esse problema o CETEP tem recorrido a alguns parceiros.


Parcerias – A diretora agradeceu a parceria da Ferbasa e do TIPNI. De acordo com ela muitas das conquistas advêm do apoio de pessoas e empresas. “A Ferbasa tem sido uma parceira muito importante assim como o Território, através de Yon, antes como articulador e agora como representante do Consórcio Público”.


Além de Yon Fontes – Consórcio de Desenvolvimento Sustentável – o TIPNI esteve representado por Aguido Cardoso – 2º coordenador –, Marisa Barbosa 2ª secretária e Álvaro Luiz – Articulador Territorial.


Os representantes fizeram propostas parecidas, que caminham no sentido de formar um GTT (Grupo de Trabalho Territorial) para discutir os problemas do CETEP e planejar a implantação de novos cursos.


Hoje o CETEP está sediado em Jaguarari e tem extensões em Andorinha e Campo Formoso, com quatro cursos (administração, agropecuária, enfermagem e mineração) e outros municípios já demonstraram interesse em receber extensões.


Texto: Álvaro Luiz

Foto: Águido Cardoso

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Plenária de julho discute os rumos da apicultura para o TIPNI



Teresinha Braga fala sobre o plano de apicultura

O andamento do Plano Territorial de Apicultura foi um dos pontos da pauta da plenária ordinária realizada no dia 26, no CVTT em Senhor do Bonfim. A ideia era avaliar a aplicação do plano e tentar encaminhar ações para tentar solucionar problemas que têm ocorrido no território.


A plenária contou com participação de Teresinha Braga – Superintendência de Agricultura Familiar(SUAF)/SEAGRI. Para Teresinha é preciso que TIPNI melhore a organização dos apicultores para então buscar o entreposto do mel.


Concordando com Teresinha, boa parte da plenária acredita ser um equívoco o TIPNI buscar um entreposto de mel, sendo que a maioria dos municípios ainda não tem a casa do mel. De acordo com Teresinha “a produção local tem que ser fortalecida para então se pensar na produção territorial”. Ela aproveitou para alertar sobre o local de construção do entreposto: “precisa ser um entreposto de fato territorial. O lugar tem que ser estratégico”.


Como encaminhamento ficou determinado que a câmara de agropecuária deverá marcar uma reunião entre apicultores, Banco do Brasil e a EBDA.


Cultura – Carla Lidiane - Articuladora Territorial de Cultura, repassou os informes sobre a Conferência Territorial de Cultura, que está prevista para os dias 08 e 09 de outubro, no município de Andorinha.

Carla explica a metodologia da Conferência Territorial de Cultura

Plenária de agosto – A próxima plenária ordinária está prevista para o dia 30 de agosto, mas outras atividades estarão movimentando o TIPNI.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Piemontes Norte do Itapicuru e Diamantina debatem Segurança Alimentar em Conferência Territorial

Representações de dois territórios estão juntos discutindo as políticas públicas para a segurança alimentar



A discussão sobre a necessidade de afirmar políticas públicas que combatam definitivamente o fantasma da fome nos municípios brasileiros tem se intensificado cada vez mais com a realização de conferências sobre Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) nos Territórios de Identidade da Bahia.




Totalmente engajados nesta causa, os 18 municípios que congregam os Territórios Piemonte Norte do Itapicuru e Piemonte da Diamantina estiveram presentes, representados por seus 200 delegados, na 4ª Conferência Territorial de Segurança Alimentar e Nutricional que iniciou nesta quinta-feira (21), no auditório do Colégio Estadual Teixeira de Freitas, em Senhor do Bonfim. O tema da conferência é: Alimentação Adequada e Saudável: Direito de Todos.
O evento acontece até amanhã (22) e conta como participantes membros da sociedade civil e do Poder Público dos territórios mencionados. A conferência está sendo promovida pelo Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea-Ba) e pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes) com apoio da Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim que vislumbram, juntamente com os demais territórios, a elaboração do I Plano Estadual de Segurança Alimentar do Estado da Bahia.




“Este evento tem por objetivo construir sugestões para a elaboração do Plano Estadual, observando as especificidades dos territórios dessa região. O Plano de Segurança Alimentar e sua política na Bahia se construirão através de 19 plenárias como esta, realizadas em todo o estado. Aqui, vamos avaliar as dimensões da insegurança alimentar presentes nestas regiões e depois identificar as prioridades que queremos que constem no Plano” – informou o presidente do Consea-Ba Naidson Quintella Baptista.




A terra e o alimento – Uma das prioridades apontadas por Naidson Quintella se refere à regularização fundiária. De acordo com o presidente do Consea-Ba, a maior parte dos territórios discutem que não têm acesso a terra e, portanto, os pequenos agricultores não podem produzir alimento. “Como é que esses agricultores podem produzir em duas tarefas? Não é possível. É preciso ter acesso ao bem da terra” – enfatizou.




Segundo a coordenadora da Superintendência de Inclusão e Assistência Alimentar Miriam Belo, que está representando no evento o secretário da Sedes, Carlos Brasileiro, 70% dos alimentos que são consumidos pelos brasileiros vêm da agricultura familiar e para falar em segurança alimentar é fundamental fortalecê-la. “Como isso é possível? Com acesso a terra, ao crédito, à água de qualidade, à assistência técnica. Com isso podemos garantir de forma adequada alimento de qualidade na mesa do brasileiro” – reforçou.




O representante das comunidades tradicionais de Fundo e Fechos de Pasto José Salvo também defende a regularização fundiária e revela as dificuldades enfrentadas pelas comunidades do Piemonte Norte do Itapicuru neste sentido: “A gente tá com dificuldade em relação à liberação dos documentos das propriedades que se encontram hoje na Coordenação de Desenvolvimento Agrário do Estado. A dificuldade existe por conta do artigo 178 da Constituição Baiana que veta o direito das transferências do título de domínio dessas áreas e isso dificulta a formação dos povos das comunidades tradicionais para a produção de alimento” – revelou Salvo.




Outras prioridades – A plenária desta quinta-feira também trouxe para o centro das discussões outras necessidades a serem incluídas no Plano: a construção de cisternas, a melhoria na qualidade da merenda escolar, a diversificação do plantio de alimentos, a eliminação do uso de agrotóxicos, entre outras.




No contexto – Representando o prefeito de Senhor do Bonfim Paulo Machado, o secretário de Administração George Dionísio falou sobre a realização da conferência no município: “Ela é da maior importância tendo em vista que leva em consideração fatores que retratam a nossa realidade. Não adianta você pensar em segurança alimentar no gabinete em Salvador ou em Brasília, então, a proposta do governo do estado e da presidenta Dilma Roussef é que a gente traga essa discussão para as bases, a partir dos representantes dos territórios, junto com os prefeitos, secretários e comunidade para que os projetos se desenvolvam”.

Texto: Ascom - Prefeitura de Senhor do Bonfim

Foto: Álvaro Luiz

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Colegiado de Desenvolvimento do TPNI debate estratégias em plenária

O Núcleo Diretivo do Colegiado de Desenvolvimento do Território Piemonte Norte do Itapicuru realizou nesta terça-feira, 31 de maio, uma plenária para debater demandas de interesse sócio-econômico dos nove municípios que congregam o TPNI: Senhor do Bonfim, Andorinha, Pindobaçu, Campo Formoso, Jaguarari, Caldeirão Grande, Filadélfia, Antonio Gonçalves e Ponto Novo.


A Plenária Territorial Ordinária reuniu no auditório do CVTT (Centro Vocacional Tecnológico Territorial) em Senhor do Bonfim, representantes de entidades e instituições integrantes do Fórum TPNI e abriu as discussões para membros da sociedade civil e do Poder Público dos municípios participantes.


Pontos abordados – Na pauta de debates estavam: providências para a realização de conferências territoriais; financiamento de projetos; reflexões para qualificação do funcionamento do Fórum Territorial; conclusão do processo de elaboração do Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentável; execução das ações do Programa Semeando – Safra Inverno; realização de eventos e informes gerais.



“Todos os pontos abordados são importantes. Na parte cultural foram apresentados os editais que estão abertos para que os municípios se debrucem e vejam quais são suas demandas através deles. Vimos também quais as conferências que serão realizadas, com destaque para a Conferência de Segurança Alimentar. Elas são muito importantes porque dão diretrizes aos municípios nas ações a serem implantadas. A qualificação e o funcionamento territorial é o ponto que, talvez, seja o mais relevante porque a organização do Território fortalece o debate de todas as outras discussões” – explicou Yon Fontes, articulador territorial.



Aglutinação – Outro aspecto importante apresentado durante a plenária é a necessidade de criar um estreitamento das relações com entidades governamentais e não-governamentais que ainda não se aproximaram deste novo ordenamento político. “Estamos em processo de organização do fortalecimento do Colegiado Territorial e do próprio Fórum. Temos o objetivo de manter o diálogo com entidades representativas que não estão inseridos neste processo como, por exemplo, o MST, a CPT, o Greps, Fetag e órgãos públicos como a, Dires, a Uneb e a Univasf que são importantes” – destacou ainda Yon Fontes.



Financiamento de projetos – Com os municípios ordenados em um território de identidade, todo o processo de aquisição de recursos para a realização de projetos passa a seguir outra lógica. De acordo com o representante do Ministério de Desenvolvimento Agrário, Ivan Fontes “o Governo do Estado não investe um real sem que se identifique o Território”. Em vista disso, Ivan Fontes compareceu à plenária para apresentar estratégias de planejamento que permitam aos municípios acessarem os recursos que giram em torno de aproximadamente R$50 milhões que serão disputados entre os 26 territórios existentes que tenham projetos relacionados às sete cadeias produtivas apontadas, dentre elas: apicultura, fruticultura e ovinocaprinocultura.



Informações: ASCOM / Prefeitura de Senhor do Bonfim